Para os mais detalhistas, existe neste motor uma válvula que funciona à vácuo e está ligada à mangueira de retorno do combustível. Dessa forma, somente quando o motor está funcionando é que a gasolina volta para o tanque, evitando que a pressão da linha dos injetores caia excessivamente.
Quem conseguir os componentes de injeção para adaptar num motor "a ar" com carburador, não precisa trocar o bloco do motor, nem cabeçotes. A maior modificação fica por conta da adaptação de um sensor de temperatura de óleo, rosqueado na parte inferior do bloco. No mais, tudo praticamente igual.
O "grosso" do serviço fica por conta da retirada do sistema de alimentação e escape. os dois coletores de admissão - no caso de carburação dupla - são trocados pelo coletor único (em três partes), que já apresenta os conectores específicos. Evidentemente a lataria externa também é nova. Uma curiosidade fica por conta do cabo do acelerador, que é o mesmo do motor carburado.
Outra mudança está na linha de combustível, que deve ser trocada pela pressurizada encontrada no motor "injetado", assim como deve-se trocar a bomba de gasolina mecânica por outra, elétrica (no caso da Kombi, está no interior do tranque de combustível). |